quinta-feira, 17 de março de 2011

Aula 5 - "Exercício da loucura e da dança livre"

O “exercício da loucura” foi uma loucura realmente. Entre o misto do  ‘o que estou fazendo aqui’ e ‘é isso aí’, me vi andando, correndo, pulando e urrando de lá para cá. Totalmente sem sentido, sem nexo, sem certo ou errado, fiz tudo o que me deu vontade. Sentei, levantei, me arrastei e sabe-se lá o que mais.
Por alguns instantes me vi observando os outros colegas e senti uma vontade enorme de rir, do ridículo que eu estava fazendo e do ridículo que eles estavam fazendo também. Mas como mencionei, foram apenas em alguns instantes que me desconcentrei um pouco, mas logo voltei minha atenção para a minha tarefa insana.
Já na “dança livre” me esbaldei, já fiz isso muitas vezes em casa. É, podem dizer o que for, até rir de mim se for o caso, mas eu já fiz. Quando a música me agrada e meu humor me permite, me pego dançando pela casa, de acordo com as notas, de acordo com meu corpo e acho isso bom demais. Não sei se por influencia minha, mas já vi minha filha mais nova fazendo isso também, rsrsrs (ela pretende ser bailarina).
Todos os músculos trabalhando para lhe trazer prazer, é isso que sinto, prazer em dançar. Não sou dançarina e tampouco tenho habilidades na dança, mas uma coisa é mais do que certa, adoro mexer o esqueleto, e foi isso que fiz no último sábado.
“- Se ao terminarem esse exercício e não estiverem transpirando, vocês não o terão feito corretamente. – disse o Edu.
E ao fina,l eu estava derretendo. Bom sinal, creio eu. Esse exercício foi muito prazeroso para mim e, é claro, cansativo. Afinal, foram doze minutos de loucura e mais doze minutos de dança. Mas não tenho outra palavra para descrever o que senti.
Deitada de forma confortável (no meu caso, de lado) e ao som de músicas bem suaves, o Edu ia nos descrevendo situações, lugar, sensações, etc... Parecia tudo tão real, quase palpável. A cena se materializava diante dos meus olhos fechados..... a emoção aflorou e se transformou em lágrimas.
Diante de mim, uma folha em branco e uma caneta. Escrevi para alguém que deixei para trás e mais lágrimas rolaram.
Novamente de olhos fechados, vozes davam vida a cada carta. As palavras refletindo o que cada um sentiu de escrever depois de uma experiência tão enriquecedora. Não posso deixar de ressaltar que a emoção estava à flor da pele e que não encontro mais palavras para descrever a experiência que tive nesse último sábado.
Foi muito intenso e espero poder vivenciar tudo novamente em breve.
Obrigada Edu!

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