Corpo
Na aula de corpo retomamos a massagem e reconhecimento dos pés e pernas, seguindo até os quadris. Com as mãos embaixo dos quadris, fizemos movimentos circulares e retos, sentindo o osso sobre as mãos. Após isso, partimos para o reconhecimento da pelve.
Passamos a caminhar pela sala, começando com um ritmo bem lento, e fomos aumentando gradativamente o ritmo até chegar ao ponto de corrida.
Ocupamos os espaços na sala, tínhamos que nos olhar, caminhar em direção ao outro, nos cumprimentar com um aperto de mão e sair, pausar e reiniciar o exercício. Em determinado ponto, variamos os comprimentos com um abraço, aperto de mão dizendo “Tudo bem”, nos diversos tempos e ritmos vistos anteriormente.
Análise Ativa
Retomamos a cena da “Festa Surpresa” com ritmos variados. Cada personagem tinha seu próprio ritmo/tempo durante a cena. Pudemos ver na pratica o que o Edu tinha acabado de nos ensinar. O ritmo pode ser usado apenas na ação, movimentos mais lentos e leves, enquanto a voz pode ser mais potente.
“Festa Surpresa”
Uma pessoa espera os amigos, para juntos prepararem uma festa surpresa para um amigo que chegará as 21:00 h.
20:30h – Amigas chegam a casa para ajudar na arrumação
20:45h – Amigos chegam com a comida e a bebida
21:00 – A campainha toca e todos pensam que é o aniversariante, mas descobrem que se trata do vizinho, que veio utilizar o telefone.
21:15 – A campainha toca mais uma vez e novamente não é o aniversariante e sim um amigo trazendo a notícia de que o aniversariante sofreu um acidente e está no hospital.
Todos decidem levar a festa surpresa até o hospital
“Movimento Estudantil”
Em 1968, durante a ditadura, estudantes ocuparam a reitoria da faculdade e estão cercados pela polícia.
Precisam decidir o próximo passo, render-se pacificamente ou partir para o enfrentamento com a polícia.
Durante a discussão e a votação, o presidente da mesa é baleado e os estudantes tem que decidir rapidamente o que fazer, uma vez que um colega estava ferido e precisava de atendimento médico urgentemente. Acabam por decidir sair pacificamente para socorrê-la.
“Bilheteria”
Duas irmãs chegam à bilheteria de um teatro, onde aconteceria a estréia de uma peça teatral na qual o irmão delas é o produtor. Ao falarem o nome a recepcionista, ela constata que os nomes delas não consta na lista e informa que só poderão entrar convidados e famosos.
Elas discutem e acabam por chamar o irmão. Ele vem verificar o que está acontecendo, as 20:45h, finge se passar por um convidado e constata que a recepcionista não está liberando a entrada das irmãs e acaba por demitir a funcionária, que relata não ser a recepcionista e sim a faxineira que a estava substituindo enquanto a mesma foi ao banheiro.
Nossa última improvisação foi baseada em uma pintura que o Edu nos mostrou. Consistia em duas pessoas em uma varanda.
Tínhamos que estabelecer três acontecimentos antes de chegar à cena ilustrada. Fomos divididos em três grupos e cada um deles preparou uma cena.
Teoria da Interpretação
Falamos sobre “verdade cênica” – a cena tem que ser feita como se fosse a primeira vez, sempre, como se ela estivesse acontecendo naquele exato momento. Coloque o pensamento dentro das circunstâncias.
Ator Criador - estuda a melhor maneira de fazer a cena.
Ator Personagem - vive a cena.
Lembrete: Levar na próxima aula, uma caixa de sapatos com alguns itens significativos.
Ator Criador - estuda a melhor maneira de fazer a cena.
Ator Personagem - vive a cena.
Lembrete: Levar na próxima aula, uma caixa de sapatos com alguns itens significativos.
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